

Como estruturar o câmbio para comprar ou vender imóvel no exterior com total segurança
A aquisição de imóveis em mercados internacionais segue aquecida entre brasileiros, tanto pessoas físicas quanto empresas. No entanto, quem mais movimenta esse mercado é a pessoa física de alta renda, que busca segurança patrimonial, proteção cambial e diversificação geográfica. Destinos como Lisboa, Porto, Algarve, Miami e Orlando seguem entre os preferidos.


Soluções Cambiais para Não-Residentes: Como a Royal Partner Câmbio Conecta Você ao Brasil com Segurança e Estrutura
O avanço da internacionalização de brasileiros e o crescente interesse de estrangeiros pelo mercado nacional criaram um novo perfil de cliente: o não-residente que mantém vínculos financeiros, patrimoniais ou empresariais com o Brasil. Esses indivíduos e instituições convivem com um desafio constante: operar dentro das normas cambiais sem perder eficiência e fluidez. A Royal Partner Câmbio se posiciona exatamente neste ponto, oferecendo soluções especializadas


Banco Central anuncia nova regulação para o mercado de stablecoins e criptoativos
O conjunto de normas cria uma estrutura moderna e integrada para exchanges, custodians e prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs), que passam a atuar sob o mesmo regime prudencial e de governança exigido das instituições financeiras.


2025: como se preparar para a reta final do ano e aproveitar o melhor do câmbio
Um ano de resiliência e transição, o ano de 2025 vem sendo marcado por resiliência econômica, ajuste de expectativas e reconfiguração do fluxo cambial global. O Brasil avançou com um PIB projetado em 2,16%, inflação controlada em 4,55% e juros ainda elevados em 15%, números que garantiram certa estabilidade, mas mantiveram o câmbio sob tensão.


Stablecoins como hedge operacional: proteção inteligente em tempos de volatilidade
Se você já enviou ou recebeu dinheiro do exterior, sabe como o câmbio pode ser imprevisível. Em um dia, o dólar recua; no outro, sobe dois pontos e muda completamente o custo de uma operação. Agora imagine que, entre o fechamento de um contrato e o pagamento de uma fatura, essa variação corroa parte da sua margem de lucro. É o tipo de risco cambial que empresas e investidores sofisticados não querem correr.











