

Ano Novo Chinês 2026: como se preparar para os impactos no câmbio e nas operações internacionais
O período é marcado pela paralisação parcial ou total de fábricas, bancos, operadores logísticos e prestadores de serviço na China, afetando diretamente embarques, prazos de pagamento e liquidações cambiais de empresas que mantêm relações comerciais com o país. Em 2026, o Ano Novo Chinês será comemorado em 17 de fevereiro, mas seus efeitos costumam ser sentidos semanas antes e depois da data oficial.


Câmbio sem margem até D5: simples, silencioso e eficiente
Uma delas é o câmbio sem margem de garantia, com liquidação em até D5. Uma estrutura clássica do mercado mas longe de ser um produto de prateleira. Trata-se de uma solução normalmente operada por casas especializadas, que exige leitura refinada de risco, fluxo de caixa e enquadramento cambial. Hoje, essa estrutura permite fixar câmbio em USD até D5 e EUR até D3, sem exigência de margem de garantia, com flexibilidade para fechamento em D1, D2, D3, D4 ou D5.


Tipos de navios no comércio exterior e seus impactos financeiros e cambiais
No comércio exterior, a escolha do navio responsável pelo transporte da carga influencia diretamente o custo final da operação, o prazo de liquidação e a exposição cambial do importador ou exportador. Ainda assim, esse fator costuma ser tratado apenas como uma decisão logística, quando na prática ele interfere de forma relevante na estrutura financeira do negócio.


BC Protege+: por que o Banco Central decidiu proteger quem faz certo
O lançamento do BC Protege+, pelo Banco Central do Brasil, marca uma mudança estrutural nessa lógica.Pela primeira vez, o sistema financeiro passa a antecipar riscos e a colocar o controle diretamente nas mãos do titular.
Mais do que uma nova funcionalidade, o BC Protege+ representa uma evolução na forma como pessoas e empresas devem encarar governança, identidade financeira e gestão de risco.


Novidade Royal Partner Câmbio: uma nova forma de cotar câmbio para sua invoice
Depois de anos atuando no mercado de câmbio e de inúmeras conversas com empresas que importam e exportam, uma constatação ficou evidente: a maioria das decisões cambiais não é tomada com base na melhor alternativa, e sim na mais conveniente.
Não por falta de interesse do financeiro, mas por falta de tempo, excesso de burocracia e limitação de opções.










