

BC Protege+: por que o Banco Central decidiu proteger quem faz certo
O lançamento do BC Protege+, pelo Banco Central do Brasil, marca uma mudança estrutural nessa lógica.Pela primeira vez, o sistema financeiro passa a antecipar riscos e a colocar o controle diretamente nas mãos do titular.
Mais do que uma nova funcionalidade, o BC Protege+ representa uma evolução na forma como pessoas e empresas devem encarar governança, identidade financeira e gestão de risco.


Novidade Royal Partner Câmbio: uma nova forma de cotar câmbio para sua invoice
Depois de anos atuando no mercado de câmbio e de inúmeras conversas com empresas que importam e exportam, uma constatação ficou evidente: a maioria das decisões cambiais não é tomada com base na melhor alternativa, e sim na mais conveniente.
Não por falta de interesse do financeiro, mas por falta de tempo, excesso de burocracia e limitação de opções.


Como Proteger Fluxo de Caixa e Navegar com Segurança em 2026
O ano de 2026 se desenha como um período em que fatores econômicos e políticos caminham juntos. Juros, câmbio e mercado seguem relevantes, mas ganham ainda mais peso quando combinados com tensões geopolíticas, corrida eleitoral no Brasil e um calendário com menos dias úteis para operar. Para empresas e investidores com exposição internacional, o desafio não é entender o noticiário, mas operar com método em um ambiente mais sensível a choques . Geopolítica: por que o dólar dis


Quem tem holding decide antes do calendário
No senso comum do mercado, um dólar elevado costuma ser interpretado como sinal para postergar remessas ao exterior. A lógica aparente é simples: se o USD/BRL está alto, o custo da operação aumenta e, portanto, “vale a pena esperar”.
Essa leitura, no entanto, não se sustenta quando observamos o comportamento de empresas, famílias e grupos econômicos que operam por meio de holdings internacionais.


Vou fazer minha primeira operação de câmbio para importação ou exportação. O que realmente importa?
Fazer a primeira operação de câmbio para importação ou exportação costuma gerar uma falsa sensação de simplicidade. À primeira vista, tudo parece girar em torno de uma pergunta básica: qual banco oferece a melhor taxa? Na prática, essa é apenas uma parte — e não a mais perigosa — da decisão. Quem começa sem método aprende rápido, mas paga caro. Quem começa com estrutura, constrói histórico, fluidez e previsibilidade. A diferença entre esses dois caminhos está nos cuidados cer










