

Pagamentos internacionais com stablecoins: como funciona o modelo sanduíche
Explore como o uso de stablecoins em pagamentos internacionais pode agilizar transações com o modelo sanduíche. Descubra as vantagens das stablecoins! O uso de stablecoins em pagamentos internacionais deixou de ser apenas uma discussão sobre tecnologia. Empresas já começam a utilizá-las como parte da infraestrutura para liquidar obrigações no exterior, principalmente quando buscam agilidade, rastreabilidade e novas alternativas aos meios tradicionais.


Pagamento internacional para a China em USD, CNY ou CNH? Entenda qual moeda faz mais sentido
Nas importações da China, ainda é muito comum receber invoices denominadas em dólares americanos (USD). Esse continua sendo o padrão em grande parte das operações que acompanhamos.
Ao mesmo tempo, temos percebido no dia a dia um aumento de fornecedores chineses oferecendo ou solicitando pagamentos diretamente em RMB, a moeda local.


Fraudes em pagamentos internacionais: atenção aos sinais antes de pagar
Fraudes envolvendo pagamentos internacionais estão cada vez mais sofisticadas e nem sempre começam com um contato claramente falso.
Criminosos conseguem se interpor em negociações reais por e-mail, WhatsApp, WeChat e outros canais utilizados entre empresas e fornecedores. Em alguns casos, acessam contas legítimas. Em outros, reproduzem contatos e domínios muito semelhantes aos verdadeiros e passam a acompanhar uma negociação até o momento do pagamento.


Dólar volátil: como empresas podem proteger suas margens em cenários de incerteza
Decisões de bancos centrais, indicadores econômicos, preços de commodities, fluxos de capital e mudanças na percepção de risco podem alterar a trajetória das moedas em pouco tempo. Para uma empresa com pagamentos, recebimentos ou contratos vinculados ao exterior, esse movimento não termina na tela de cotações: ele pode atravessar custos, receitas, margens, capital de giro e planejamento.


O que as instituições financeiras analisam para aprovar rapidamente o cadastro da sua empresa e suas operações de câmbio?
Entenda quais critérios as instituições financeiras utilizam para aprovar o cadastro da sua empresa e suas operações de câmbio com mais rapidez. Descubra como compliance, capacidade financeira, estrutura operacional, documentação consistente, histórico dos sócios e análise de risco influenciam a aprovação, reduzem exigências adicionais e tornam o processo mais ágil, seguro e eficiente para empresas que atuam no comércio exterior.


Por que algumas operações internacionais travam?
O que muitos clientes descobrem apenas quando precisam efetuar um pagamento ao exterior é que a operação pode passar por diversas etapas de validação, envolvendo limites operacionais, documentação, compliance, análise de contrapartes e até mesmo instituições financeiras localizadas fora do Brasil.
A boa notícia é que grande parte dessas situações pode ser antecipada. Compreender os principais pontos de atenção ajuda a reduzir atrasos, evitar retrabalho e aumentar a previsibil


Copa do Mundo 2026, comércio exterior e câmbio: oportunidades que vão muito além dos gramados
A Copa do Mundo de 2026 será realizada simultaneamente nos Estados Unidos, Canadá e México, reunindo 48 seleções pela primeira vez na história. Além do impacto esportivo, o torneio deve impulsionar investimentos, acelerar demandas específicas e movimentar algumas das cadeias econômicas mais importantes do mundo.


Por que os brasileiros mais ricos estão criando holdings no exterior?
Segundo dados do Banco Central, brasileiros mantêm centenas de bilhões de dólares em ativos no exterior, distribuídos entre empresas, imóveis, investimentos financeiros e estruturas patrimoniais internacionais. Paralelamente, cresce o número de famílias e empresários que buscam diversificar patrimônio, acessar mercados globais e construir estruturas mais resilientes para as próximas gerações.


Como escolher um parceiro cambial com prudência?
Com os últimos acontecimentos do mercado, é natural que empresas e pessoas físicas relembrem alguns cuidados básicos para uma boa gestão cambial. Não se trata de alarde. O mercado brasileiro é bem regulado, e o Banco Central é atuante na supervisão das instituições. Ainda assim, em operações financeiras internacionais, prudência operacional deixou de ser excesso. Passou a ser processo.


Por trás do PIX existe uma mudança muito maior acontecendo no sistema financeiro
Durante muitos anos, operar financeiramente no Brasil significava conviver com processos lentos, pouca integração entre instituições e uma forte dependência de burocracias operacionais.
Uma transferência internacional podia levar dias, validações eram majoritariamente manuais e empresas precisavam se adaptar aos sistemas financeiros, e não o contrário.
Na prática, o sistema financeiro brasileiro funcionava, mas era pesado.











